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Governador disse que mensagens e áudios de WhatsApp afirmando que a facção vai promover ataques no final de semana são "fake news"

João Doria negou que PCC vá promover ataques no final de semana
Divulgação/Governo do Estado de São Paulo
João Doria negou que PCC vá promover ataques no final de semana


O governador de São Paulo, João Doria, garante que as notícias sobre um possível ataque da facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC) como resposta à transferência de membros do grupo para presídios federais são mentirosas. O tucano afirmou que áudios recebidos por WhatsApp são tentativas de causar medo na população, mas não podem ser considerados verdadeiros.

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“Essses áudios são fake News. Estamos em monitoramento pleno com a polícia militar e a polícia civil para que a segurança esteja assegurada, mas não tem nenhum ‘salve do PCC ’. Trata-se de fake News”, disse João Doria em entrevista nesta sexta-feira (15).

Os áudios e mensagens que repercutiram nas redes sociais e aplicativos de celular nesta sexta trazem supostos policiais dizendo para que a população não saia de casa durante todo o final de semana, já que a facção planeja ataques.

O governador também pediu tranquilidade para toda a população garantindo que as polícias mantém uma operação de controle e monitoramento não apenas em presídios, mas também nas ruas da capital e do interior de São Paulo .

Em nota, a SSP (Secretaria de Segurança Pública) disse que o Comando da Polícia Militar adotou medidas de "orientação ao efetivo sobre reforço nas medidas de segurança". "As ações de ordem operacional são de caráter eminentemente preventivo e objetivam potencializar a sensação de segurança na sociedade".

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“Ontem (quinta-feira), na reunião de segurança pública , esses áudios já tinham sido identificados e são improcedentes. Estamos com a Operação X, que vai perdurar 30 dias e até mais se for preciso. Ela garante a segurança dos presídios, das cidades, dos campos e principalmente das pessoas”, afirmou o governador.

Na última quarta-feira (13), o governo de São Paulo transferiu 22 detentos ligados a facções criminosas para presídios federais. A ação, conjunta com o Ministério da Justiça, foi planejada durante 50 dias e concluída com sucesso.

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Apontado como principal líder do PCC , o preso Marcos Willians Camacho, o Marcola, deixou a penitenciária de Presidente Venceslau, no interior de São Paulo, para o presídio federal de Porto Velho, em Rondônia.

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