Em 1958 um episódio de pegadas gigantes marcou a imprensa local, o que popularizou a lenda
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Em 1958 um episódio de pegadas gigantes marcou a imprensa local, o que popularizou a lenda

Uma empresa de bebida alcoólica anunciou uma promoção inusitada valendo R $ 5,1 milhão de reais. A “recompensa pé-grande” oferece o grande prêmio para quem provar que a lendária criatura existe.

A Hard Mountain Dew diz estar procurando “provas irrefutáveis” da criatura em um comunicado divulgado no dia 16 de setembro. Para concorrer, é preciso ter 21 anos ou mais e apresentar pelo menos quatro das sete “provas” até o dia 30 de novembro:

  • Pegada: entre 94 e 98 centímetros, impressa no cascalho.
  • Impressão de mão: aproximadamente 33 cm, com características consideradas incomuns.
  • Imagem térmica: uma figura de 2,1 a 2,7 metros de altura, movimentando-se a 32–40 km/h em uma floresta.
  • Pelos: um tufo de pelos escuros encontrados presos a um galho, contendo “marcadores de DNA desconhecidos”.
  • Áudio: vocalizações, batidas ou outros sons inexplicados associados a relatos de pé-grande.
  • Vestígios ambientais: restos ou alterações no ambiente sem máquinas ou danos causados por tempestades nas proximidades.
  • “Bigfoot cameo”: uma fotografia na qual a criatura aparentemente aparece de surpresa.

As regras estipulam que é proibido enviar conteúdo gerado com Inteligência Artificial. Brincadeiras à parte, a Hard Mountain Dew pretende distribuir 100 prêmios de até R$ 100 cada, aproximadamente o valor de um pacote de 12 latas do produto da marca.

Ainda, o  valor milionário não será pago efetivamente a nenhum participante, mas faz parte da ação bem-humorada que acontece nos Estados Unidos.


De onde veio a lenda do pé-grande?

Histórias de seres com aspectos humanos, porém peludos, fazem parte de tradições de povos originários  da América do Norte há séculos, aponta a enciclopédia de Oregon. Várias culturas possuem diferentes crenças sobre a criatura.

O nome “pé-grande” ficou conhecido sobretudo em lendas de povos do noroeste estadunidense, entre Oregon, Washington e parte da Califórnia.

Em 1958 um episódio de pegadas gigantes marcou a imprensa local, o que popularizou o nome “Bigfoot” em todo país desde então. Somente em 2002 foi descoberto que as pegadas eram uma fraude, feitas com pés falsos de madeira.

Suposições e evidências históricas associam o estereótipo da criatura com o Gigantopithecus, primata gigante da pré-história.


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