Motoristas encontram congestionamento em diversos pontos da Sistema Anchieta-Imigrantes
Reprodução/Ecovias
Motoristas encontram congestionamento em diversos pontos da Sistema Anchieta-Imigrantes

As rodovias Anchieta (SP-150) e Imigrantes (SP-160), em São Paulo, vão deixar de ter os pedágios mais caros do Brasil após a instalação do sistema de pedágio eletrônico, o free flow. O valor do pedágio, atualmente, é de R$ 38,70.

As vias Imigrantes e Anchieta ligam a cidade de São Paulo às cidades do litoral. O sistema atual, porém, só cobra o valor no sentido litoral. Com o novo sistema, muda a forma como é feito o pagamento. Os motoristas pagarão R$ 19,35 na ida e o mesmo valor na volta.

A previsão é de que os novos pedágios comecem a funcionar em 1º de julho. Serão dois pórticos, um em cada sentido, que já foram instalados. Eles estão localizados na Rodovia dos Imigrantes, na altura do quilômetro 33, e na Via Anchieta, no quilômetro 29.

O objetivo da mudança para o sistema free flow  é garantir o fluxo contínuo de veículos sem a necessidade de redução de velocidade para passagem pelas cabines.

Pedágios mais caros do Brasil 

Com a divisão do valor do pedágio do sistema Imigrantes-Anchieta, a rodovia deixa de ter a tarifa mais alta do país. Em levantamento feito pelo iG, esses são os pedágios mais caros do Brasil em 2026. 

Pedágios mais caros do Brasil em 2026 Imagem gerada por IA
Pedágios mais caros do Brasil em 2026 Imagem gerada por IA

Cobrança

A cobrança será feita automaticamente para motoristas que já possuem a tag de pedágio. Para quem não possui o dispositivo, o valor vai ser registrado pela placa do veículo. O motorista então deve efetuar o pagamento pelo site Siga Fácil SP, com opções de pagamento por cartão de crédito, débito ou Pix.

O que é o Free Flow?

O Free Flow pode ser chamado também de “pedágio eletrônico em livre passagem”. O modelo de cobrança elimina praças físicas e cancelas.

Segundo a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), os veículos passam por pórticos que identificam automaticamente TAGs ou placas e a cobrança é feita de forma eletrônica.

O modelo busca mais fluidez, segurança viária, redução de emissões e modernização do sistema de concessões.


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