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Foto: Divulgação
Roberto Kalil Filho

O médico Roberto Kalil afirmou não ter sido sondado ou convidado pelo presidente da República, Jair Bolsonaro, para assumir o Ministério da Saúde, caso o atual ministro Luiz Henrique Mandetta seja demitido do cargo. 

A afirmação foi feita ao programa "UOL Debate", desta quinta-feira (16), em que Kalil foi questionado sobre o boato de que seria o próximo ministro. "Não fui sondado, não fui convidado, absolutamente nada. São fake news, ponto", disse.

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Atualmente, o médico Kalil é diretor do Instituto do Coração (Incor) e também foi diagnosticado com o Covid-19. Seu nome ganhou fama nacionalmente quando afirmou que se tratou da doença com o medicamento cloroquina. 

Após tornar a informação pública sobre o uso do remédio defendido pelo presidente, Kalil ganhou elogios em pronunciamento realizado por Bolsonaro no dia 8 de abril em cadeia nacional de rádio e televisão.

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"Há pouco conversei com o doutor Roberto Kalil. Cumprimentei-o pela honestidade e compromisso com o Juramento de Hipócrates ao assumir que não só usou a hidroxicloroquina, bem como a ministrou para dezenas de pacientes. Todos estão salvos", disse o presidente.

"Disse-me mais. Que, mesmo não tendo finalizado o protocolo de testes, ministrou o medicamento agora para não se arrepender no futuro. Essa decisão poderá entrar para a história como tendo salvo milhares de vidas no Brasil. Nossos parabéns para o doutor Kalil", acrescentou.

Com os ruídos dos bastidores de que o ministro Mandetta deve deixr o cargo nesta semana, alguns nomes passaram a ser cotados para a pasta. Osmar Terra, Nise Yamaguchi e Nelson Teich também aparecem como candidatos.

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