Presidente dos Estados Unidos chegou a afirmar que só conversaria com Nicolás Maduro se ditador restaurar a democracia no País; entenda o caso

Donald Trump  afirmou que não descarta
Reprodução/The Boston Globe
Donald Trump afirmou que não descarta "ação militar" na Venezuela e pede retorna da democracia no país


O presidente republicano dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou na última sexta-feira (11) que a Venezuela encontra-se afundada em uma “bagunça perigosa” e que se necessário poderá fazer uma “ação militar no País”. As informações são da agência EFE.

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A afirmação foi feita durante encontro de Donald Trump com com o secretário de Estado, Rex Tillerson; o assessor de segurança nacional, general H. McMaster; e a embaixadora americana na ONU, Nikki Haley, ocorrido em seu clube de golfe.

Na quinta-feira (10), o presidente da Venezuela Nicolás Maduro pediu ao chanceler venezuelano, Jorge Arreaza, que tentasse agendar um diálogo com Trump. Na data ele falo da necessidade de retornar relações política com os Estados Unidos. "Eu acredito na diplomacia e reitero ao presidente Donald Trump o meu desejo de restabelecer relações políticas, de diálogo, de respeito, em termos de igualdade", disse Maduro durante sessão especial da Assembleia Nacional Constituinte

Maduro enfatizou querer uma reunião bilateral com o republicado em sua próxima viagem aos Estados Unidos, em que estará presente em uma das sessões da Assembleia-Geral da Organização das Nacões Unidas (ONU), em Nova York. "Se está tão interesssado na Venezuela, aqui estou 'mister' Donald Trump", enfatizou o presidente venezuelano em seu discurso.

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Em resposta ao pedido de Nicolás Maduro, a Casa Branca recusou o encontro e enfatizou que o mesmo só ocorrerá quando a democracia for restaurada na Venezuela. Foi criticada ainda a repressão da população venezuelana. "Os Estados Unidos estão com o povo da Venezuela diante da contínua repressão do regime Maduro". 

Coreia do Norte

Também na sexta-feira (11), o presidente republicano afirmou que o líder norte-coreano Kim Jong-un “irá se arrepender e rápido” depois das ameaças de lançadas na última semana sobre bombardear a ilha de Guam , local com bases americanas instaladas.

“Este homem não irá ‘se safar’ depois de tudo o que está fazendo. Se proferir mais alguma ameaça ou se fizer alguma coisa relacionado a Guam, ou qualquer outro território americano ou de aliados nossos, ele se arrependerá e rapidamente”, afirmou Donald Trump. 

*Com informações da Agência Brasil

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