Presidente do Cidadania, Roberto Freire
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Presidente do Cidadania, Roberto Freire

O Cidadania aprovou a formação de uma federação com o PSDB, modelo de aliança pela qual os partidos participantes se comprometem a atuar juntos, como uma só sigla, por pelo menos quatro anos. A decisão foi anunciada neste sábado após reunião do Diretório Nacional, que angariou 56 votos — a maioria absoluta é o mínimo necessário para selar o acordo.

Com a decisão, a regra geral é que o partido presidido por Roberto Freire responda por 20% da governança da federação, o que autoriza juntar o desempenho de todos os candidatos. Outros arranjos podem ser feitos nos estados para comportar as necessidades políticas.

Havia outras duas propostas em jogo para o Cidadania: formar uma federação partidária com o PDT de Ciro Gomes ou com o Podemos. Ambas foram derrotadas em votação.

Para o acordo final, a federação só poderá ter um candidato à presidência. O governador de São Paulo, João Doria (PSDB), venceu as prévias tucanas e o senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE) é o nome cotado pela legenda para o Palácio do Planalto. As duas pré-candidaturas estão mantidas até o momento.

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Integrantes ligados aos dois partidos disseram que a formalização deve sair antes de 31 de maio, prazo limite. As negociações finais devem correr a partir de agora para formalizar a federação partidária.

A negociação entre PSDB, MDB e União Brasil segue em andamento , mas numa espécie de “equação mais complexa”. Na avaliação de interlocutores, traçar um caminho como esse será difícil, mas a possibilidade não está descartada.

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