Lula e Bolsonaro destruíram a democracia e seriam retrocesso, diz Santos Cruz
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Lula e Bolsonaro destruíram a democracia e seriam retrocesso, diz Santos Cruz

O caso das 'rachadinhas' - desvio de dinheiro público através da retenção do salário de um funcionário público - envolvendo o  vereador Carlos Bolsonaro (Republicanos) ganhou mais um capítulo. Isso porque o ex-servidor Gilmar Marques - que trabalhou com o filho do presidente Jair Bolsonaro de 2001 a 2008 - afirmou ao Ministério Público que nunca recebeu o crachá de trabalho da Câmara Municipal do Rio de Janeiro.

A afirmação foi dada ao Ministério Público e o ex-funcionário do gabinete de Carlos ressaltou, também, que não se lembra do nome das pessoas com quem 'trabalhou' por sete anos.

Contratado como assessor parlamentar, Gilmar disse que não se recordava bem do trabalho que realizava para Carlos Bolsonaro. Em seu depoimento, ele afirma que morava em Juiz de Fora, em Minas Gerais, a 186 quilômetros do Centro do Rio durante o período investigado.

A justificativa para a distância do trabalho era de que havia "flexibilidade no serviço" e que por isso sua presença não era obrigatória. O rapaz declarou, segundo informações do G1, que "acredita que não houvesse folha de ponto" e que normalmente "não tinha muito serviço" em sua rotina de trabalho.


O vereador carioca é investigado por receber uma parte dos salários de seus ex-funcionários. Seus sigilos bancários, fiscais e telemáticos foram quebrados - bem como o de outras 26 pessoas envolvidas na acusação.

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