Procurador-geral da República, Augusto Aras
Pedro França/ Agência Senado
Procurador-geral da República, Augusto Aras


Após receber o relatório da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Pandemia, o procurador-geral da República, Augusto Aras, determinou a  abertura de uma investigação preliminar para apurar os crimes imputados ao presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e outras 12 autoridades com foro privilegiado.


Como representante da PGR, cabe a Aras apresentar ou não denúncias contra esses políticos . Só o presidente da República é acusado de nove crimes, como crime de epidemia com resultado de morte e falsificação de documentos particulares.


Segundo o blog de Fausto Macedo, no jornal O Estado de S. Paulo, o procurador-geral determinou ainda o compartilhamento das informações contidas no relatório com todos os procuradores do Ministério Público Federal (MPF) que estejam à frente de investigações relacionadas à pandemia e com a Comissão de Saúde do Conselho Nacional do Ministério Público.



Aras tem o prazo de 30 dias para se manifestar em resposta ao relatório. De acordo com a publicação, se ao longo desse período ele não tomar providências, um grupo de senadores pretende recorrer judicialmente.

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