PSDB não deve ser oposição a Bolsonaro, defende presidente de instituto da sigla
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PSDB não deve ser oposição a Bolsonaro, defende presidente de instituto da sigla

Após o PSDB se posicionar oficialmente de maneira opositora ao governo federal , o deputado federal Pedro Cunha Lima (PSDB-PB) e presidente do Instituto Teotônio Vilela - órgão criado pela legenda para formar novos quadros políticos - criticou a possibilidade do partido realizar uma "oposição sistemática a Bolsonaro". As informações são do jornalista Fábio Zanini.

"Não penso que fazer uma oposição sistemática a Bolsonaro, ao modelo que o PT faz, seja o papel que eu deva cumprir. Claro que o governo merece críticas em vários pontos. A condução na pandemia merece uma crítica e a gestão que o governo faz na educação não é eficiente. De resto, não vou fazer oposição de quanto pior, melhor", declarou o parlamentar.

A fala do político ocorreu durante uma entrevista à Rádio Correio FM. Cunha revelou que pretende apoiar o que acredita ser bom para o Brasil. O instituto que Pedro comanda atualmente já teve José Aníbal e Tasso Jereissati como presidentes.

O PSDB, antes dos atos antidemocráticos realizados no dia 7 de setembro, se posicionava de maneira independente em relação ao governo de Jair Bolsonaro. Após as falas do presidente, a sigla optou por aderir à oposição.


Enquanto parte dos tucanos atacam o governo federal e apoiam um eventual processo de impeachment, como é o caso do governador de São Paulo, João Doria (PSDB), outros não concordam com os rumos do partido, o caso dos deputados federais Aécio Neves (PSDB-MG) e Pedro Cunha Lima.

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