Presidente da CPI, senador Omar Aziz (PSD-AM)
Divulgação/Agência Senado/Edilson Rodrigues
Presidente da CPI, senador Omar Aziz (PSD-AM)

A O grupo majoritário da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid no Senado Federal, o chamado G7, teme que o Governo Bolsonaro consiga se mobilizar durante o recesso do Senado Federal - marcado para iniciar em 16 de julho - para convencer parlamentares da casa a retirar assinaturas do pedido de prorrogação para mais 90 dias de CPI . A prorrogação começaria a valer a partir de 7 de agosto.

O medo dos senadores é que, com o provável recesso, a CPI esfrie e parte dos parlamentares seja atraída pelo governo, desistindo de apoiar o pedido de prorrogação.

A prorrogação foi pedida pelo vice-presidente da comissão, senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP). Ele contou com 31 assinaturas, apenas quatro a mais do que o necessário. Entretanto o  presidente do Senado, Rodrigo Pacheco  (DEM-RO), disse que só vai analisar o pedido após o recesso, o que deixa a CPI em uma incerteza sobre a prorrogação.

Os senadores Alessandro Vieira (Cidadania-RS) e Jorge Kajuru (Podemos-SP) entraram com  ação no Supremo Tribunal Federal (STF) para tentar garantir a prorrogação e a continuidade das investigações.

- Com informações do colunista Lauro Jardim, de O Globo.

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