Pedro Hallal e Marcos Rogério
Montagem iG / Jefferson Rudy/Agência Senado e Jane de Araújo/Agência Senado
Pedro Hallal e Marcos Rogério

Durante a sessão da CPI da Covid  desta quinta-feira (24) , o senador Marcos Rogério (DEM-RO) perguntou ao epidemiologista da Universidade Federal de Pelotas (UFPel) Pedro Hallal , como ele teria sido infectado pelo novo coronavírus e se não teve a oportunidade de "não se expor".

"Eu lamento muito a sua última consideração, é a típica pergunta que circula em grupos de WhatsApp , eu não esperava que o senhor trouxesse uma pergunta dessa magnitude para a Comissão", respondeu o pesquisador.

"Todas as evidências sugerem que eu peguei  Covid  da minha enteada, que tem 9 anos de idade e que circula entre a casa da mãe, que é minha esposa, e o pai dela. E ela pegou Covid na casa do pai dela. Então, assim, tentar trazer isso como um argumento de hipocrisia dos meus argumentos, é extremamente lamentável", concluiu.

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Na ocasião, o pesquisador também contestou dados levantados pelo senador sobre o avanço da pandemia nos Estados Unidos . Marcos Rogério disse que, após a posse de Joe Biden, o número de mortes continuou crescendo e só teve redução por causa da vacinação contra a Covid-19.

O pesquisador, no entanto, mostrou o gráfico de óbitos dos EUA, que expõe uma queda nessas mortes desde que Biden foi eleito.

"Vinte de janeiro assumiu o presidente Biden, olhem a tendência dali para frente. A gente não pode estimular dentro da CPI, cujo objetivo é desmistificar informações falsas, que a gente deixe reconhecer a diferença no formato da curva. Até posso dizer que parte desse decréscimo marcante, depois que o presidente Biden assumiu, pode ser por mérito do presidente anterior que comprou vacina. Agora, negar que houve uma queda, o gráfico está ali para o senhor e para toda a população brasileira ver", respondeu.

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