Deputada federal Bia Kicis (PSL-DF)
Maryanna Oliveira/Câmara dos Deputados
Deputada federal Bia Kicis (PSL-DF)

A deputada Bia Kicis (PSL-DF) , presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara, repreendeu parlamentares da oposição do governo nessa quarta-feira (24) que se referiram ao presidente Jair Bolsonaro (sem partido) como “genocida”.

O deputado Paulo Teixeira (PT-SP) que p rotagonizou uma discussão forte na última semana na comissão , voltou a dizer que Bolsonaro “é um genocida”.

“Eu disse que o presidente da república é um genocida, e eu quero trazer aqui os fatos. Primeiro, o que significa a palavra genocida, que é aquele que mata muita gente em pouco tempo, e o presidente da república é um genocida, vejam”, afirmou o parlamentar, até ser interrompido por Kicis, que o advertiu.

“Deputado eu vou ter que interrompê-lo”, disse a deputada, que tirou a máscara para falar. “Eu quero adverti-lo que nenhum parlamentar pode se referir de forma injuriosa ao presidente da república ou a qualquer outro parlamentar, ou autoridade constituinte. Eu considero que chamar o presidente de genocida é uma injúria, aliás é uma calúnia”, finalizou.

Confira a discussão:


Apesar da fala onde diz que nenhum deputado pode “se referir de formas injuriosas” as autoridades, Bia Kicis é investigada pelo Supremo Tribunal Federal ( STF ) no inquérito dos atos antidemocráticos desde junho do ano passado.

A deputada, que teve quebra dos sigilos bancários determinada pelo ministro Alexandre de Moraes , é acusada de participar de manifestações que defendem atos que vão contra a constituição, como o fechamento do Supremo e defesa da ditadura militar


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