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Reprodução/Twitter
Marcelo Crivella (Republicanos) foi preso no Rio

O prefeito do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella, foi preso na manhã desta terça-feira (22), após desdobramento na operação Hades, que apura um esquema de propinas na prefeitura da cidade. Com a prisão de Crivella, o estado do Rio acumula 7 políticos que já foram presos ou afastados do cargo por esquemas de desvios de recuros públicos. Confira a lista a seguir:

Wilson Witzel 

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Carlos Magno/Governo do Estado do Rio de Janeiro
Governador afastado do Rio de Janeiro Wilson Witzel

O governador do estado, Wilson Witzel, foi afastado do cargo no dia 28 de agosto deste ano após decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ). Ele é suspeito de fraudes em compras de equipamentos para auxiliar durante a pandemia. Ele também foi denunciado pela PGR.

Luiz Fernando Pezão

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Beto Barata/PR
Luiz Fernando Pezão

O ex-governador do estado foi preso em novembro de 2018. Ele foi condenado por abuso de poder político e econômico por conceder benefícios financeiros a empresas como contrapartida a doações para a campanha eleitoral de 2014.

Sérgio Cabral 

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Reprodução
Sérgio Cabral

Cabral foi preso em junho de 2017. Ele foi condenado em 11 ações penais da Lava Jato e tem pena total de 233 anos e 11 meses de prisão. Está preso no Complexo Penitenciário de Gericinó, na zona oeste da cidade do Rio de Janeiro.

Anthony Garotinho 

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Marcelo Theobald / Agência O Globo
Anthony Garotinho

Ele já foi preso 5 vezes desde que saiu do cargo. Garotinho é acusado por crimes de corrupção, concussão, participação em organização criminosa e falsidade na prestação das contas eleitorais. Responde aos processos em liberdade.

Rosinha Garotinho 

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Wikimedia
Rosinha já foi governadora do estado do Rio de Janeiro, de 2003 a 2006, e está em seu segundo mandato como prefeita

A ex-govenadora do Rio foi presa em novembro de 2017 junto com o marido por crimes eleitorais. Ela foi condenada em janeiro de 2020, mas recorreu e responde ao processo em liberdade.

Moreira Franco 

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Flickr/Palácio Planalto
Moreira Franco

Foi preso em março de 2019 em um desdobramento da operação Lava Jato, sob acusação de negociar o pagamento de propina, no valor de R$ 1 milhão, à Engevix em obras relativas à usina nuclear Angra 3. Responde ao processo em liberdade.


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