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Rosinei Coutinho/SCO/STF
Ministra Cármen Lúcia, do Supremo Tribunal Federal (STF)

A ministra Cármen Lúcia , do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou nesta segunda-feira (14) que a Agência Brasileira de Inteligência (Abin) e o Gabinete de Segurança Institucional (GSI) se expliquem em até 24 horas sobre os supostos relatórios que orientaram a defesa do senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-SP), filho do presidente Jair Bolsonaro (sem partido).

O parlamentar responde por suposta prática de "rachadinha" enquanto ele ainda era deputado estadual na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj). A prática consiste no repasse de parte dos salários dos funcionários de gabinete de volta para a conta do deputado. As operações financeiras teriam sido feitas por Fabrício Queiroz, ex-assessor de Flávio.

Segundo Cármen Lúcia, a suposta produção dos documentos é "grave" e o tribunal tem entendimentos consolidados que proíbem o uso de órgãos públicos para fins pessoais.

O pedido de informações é endereçado ao ministro do GSI, Augusto Heleno, e ao diretor-geral da Abin, Alexandre Ramagem.

No sábado (12), a Procuradoria-Geral da República (PGR) informou que incluiu, em uma apuração já em andamento no órgão, as suspeitas de que a Abin tenha orientado as advogadas de Flávio .

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