Flávio Bolsonaro
Agência Senado
Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ) durante sessão de comissão mista

Um mapa e calor feito a partir dos registros telefônicos de oito dos 12 assessores de "fantasmas" de  Flávio Bolsonaro (Republicanos) foi utilizado pelo Ministério Público do Rio de Janeiro (MP-RJ) para trazer novas conclusões ao caso de rachadinhas na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro entre 2007 e 2018.

O rastreamento dos assessores pelo MP-RJ foi enviado à Justiça e mostra que oito deles apareciam raramente nos arredores da Alerj . Ao menos 47 mil ligações foram cruzadas para conseguir o demonstrativo de geolocalização utilizado pelo Ministério Público como prova contra Flávio Bolsonaro .

O intuito da investigação é comprovar o esquema de " rachadinhas " no gabinete do senador durante o período em que foi deputado estadual do Rio de Janeiro por 11 anos.

Os assessores de Flávio Bolsonaro , filho do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), teriam desviado R$ 6.100.091,95 dos cofres públicos da Alerj.

Os promotores do caso alegam que a organização agiu durante mais de uma década "com alto grau de estabilidade, de forma estruturalmente ordenada, caracterizada pela clara divisão de tarefas entre seus integrantes e com o objetivo de, reiteradamente, desviar recursos”.

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