Marta Suplicy
Agência Brasil
Marta Suplicy ainda não sabe se será candidata à prefeita ou se irá compor uma chapa.

Visando as eleições municipais de outubro, a ex-prefeita de São Paulo e ex-senadora Marta Suplicy se filiou ao Solidariedade. A política, que já foi filiada ao PT, estava sem partido desde que se desfiliou do MDB, em agosto de 2018.

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Em nota oficial, Marta afirmou que pretende participar da eleição , mas não especificou se sairá como candidata à prefeita ou se irá compor uma chapa. "Filiei-me ao Solidariedade com a perspectiva de continuar lutando pela construção de uma Frente Ampla para disputar as eleições de 2020 que poderá governar a cidade de São Paulo com força política, competência e compromisso social", afirmou a ex-prefeita.

Caso Marta deseje ser candidata à prefeitura da capital, o Solidariedade deverá formalizar a candidatura até o dia 15 de agosto, prazo final determinado pelo calendário eleitoral. Apesar de estar mantida até o momento, a data final poderá ser alterada em virtuda da pandemia de coronavírus.

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Frente Ampla e Solidariedade Filiei-me ao Solidariedade com a perspectiva de continuar lutando pela construção de uma Frente Ampla para disputar as eleições de 2020 que poderá governar a cidade de São Paulo com força política, competência e compromisso social. Nesta arquitetura de Unidade Democrática posso exercer qualquer papel. Pretensão pessoal não é o que me move neste momento. A situação gravíssima que vivemos requer ousadia, fé, coragem e muita Solidariedade. A unidade das forças liberais, de centro, progressistas, todas democráticas, coloca-se como inexorável. Os graves riscos de ordem institucional, econômica, os equívocos e irresponsabilidades de vários governantes, colocam a necessidade da união de todos que, com espírito público, tenham sensibilidade em reconhecer as enormes desigualdades sociais e a necessidade de ações concretas, diretas e urgentes para a diminuição do sofrimento da população. A perspectiva de focar o futuro da cidade com grandeza e desprendimento impõem-nos o desafio de não incentivarmos ações de isolamento desta ou daquela força politica do mesmo campo democrático. Esse não é um bom caminho. Não faz sentido a promoção de nenhum tipo de sectarismo em detrimento das enormes necessidades da cidade e da população. Fora de hora e equivocados estão os que insistem, também de forma irresponsável, no debate de disputas internas partidárias voltadas para o próprio umbigo. Não há mais cabimento em apontar a lua mas não conseguir enxergar além do que o próprio dedo. A lógica da solução eleitoral através de disputas apequenadas devem ser superadas, pois acabam prevalecendo sobre os interesses maiores da cidade e do país. A hora é de olharmos para São Paulo com faróis altos colocando como prioridade a superação da gravíssima crise hoje vivida e a diminuição do grande fosso de desigualdades. A união é necessária para termos capacidade e condições de formularmos as respostas para a construção de programas sociais abrangentes e políticas públicas emergenciais. Continua nos comentários:

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