As declarações do presidente Jair Bolsonaro sobre a crise causada pelo alastramento da Covid-19, doença do novo coronavírus (Sars-Cov-2), repercutiram na mídia internacional, principalmente na América do Sul. Boa parte das reportagens aponta os tweets apagados no último domingo (29), mas revista americana fala sobre "negacionismo" da doença. Acompanhe;

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CNN (Chile)

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"Twitter elimina publicações de Bolsonaro que questionavam medidas de isolamento" - diz CNN Chile

A CNN do Chile deu destaque para o fato da rede social Twitter ter apagado duas postagens do presidente por violação dos termos de uso: “Nas publicações, o mandatário do Brasil defendeu a reabertura de comércios e escolas, assegurando que “se continuar assim, com a quantidade de desempregados, teremos um problema muito sério que levará anos para ser resolvido”.

Le Monde (França) e Der Spiegel (Alemanha)

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"Twitter exclui duas mensagens do presidente brasileiro", destaca Die Spiegel

O sites do Le Monde (França) e da revista Der Spiegel (Alemanha) também destacaram os tweets que foram apagados pela plataforma por violação nos termos de uso. Em ambas as publicações, as mídias reportam que o presidente estaria desobedecendo orientações do Ministério da Saúde para que as pessoas fiquem em casa.

The Atlantic (Estados Unidos)

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"O movimento negacionista do coronavírus tem um novo líder", aponta The Atlantic

O site da revista The Atlantic publicou uma coluna afirmando que o “movimento negacionista do coronavírus tem um novo líder”. A coluna deu foco para afirmações do presidente, quando Bolsonaro disse que brasileiros pulam no esgoto e precisam ser estudados.

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Há destaque ainda,para as críticas de Bolsonaro aos governadores que decidiram fechar todo tipo de comércio não essencial; além do controverso sistema de isolamento vertical que visa proteger apenas pessoas do grupo de risco.

TeleSur (Venezuela)

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"Partidos opositores se juntam contra Jair Bolsonaro no Brasil", diz TeleSur

Na Venezuela, a rede estatal de televisão TeleSur destacou que os partidos de oposição estão se unindo contra o Presidente da República pela gestão ineficaz no combate ao vírus. A mídia também repercutiu o manifesto de Fernando Haddad, Ciro Gomes e Guilherme Boulos sobre a questão, onde afirmam que Bolsonaro é mais que um problema político.

La Nación (Argentina)

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"Gabinete do Ódio: o corpo conselheiro de Bolsonaro na crise da pandemia", diz La Nación

O jornal argentino La Nación deu destaque em sua página principal para o que chamou de “Gabinete do Ódio”, afirmando que Bolsonaro estaria radicalizando seu discurso com um grupo de consultores; entre eles, seu filho Carlos, que é vereador pelo Rio de Janeiro. 

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