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Crise entre o partido e o governador do Rio começou após Witzel criticar a gestão de Jair Bolsonaro e querer se candidatar à Presidência em 2022

Witzel e Bolsonaro se cumprimentam arrow-options
Marcos Corrêa/PR
Relação entre Wilson Witzel, governador do Rio, e Jair Bolsonaro sofreu uma ruptura

A cúpula do PSL não perdoará o deputado que não deixar a base do governador Wilson Witzel, do PSC, na Alerj. O comando do partido pretende expulsar e ainda recorrer à Justiça para tomar o mandato do parlamentar que não cumprir a ordem do senador Flavio Bolsonaro, que está em viagem à China. Os cargos devem ser colocados à disposição de Witzel,  o que não aconteceu até o momento. O cumprimento da orientação de Flavio mostrará se o senador ainda tem força dentro do partido, já que está enfraquecido graças ao caso Queiroz . As informações são da coluna  Informe do Dia .

Além dos cargos dos deputados, o  PSL ocupa duas secretarias de primeiro escalão no governo estadual. O secretário de Ciência e Tecnologia, Leonardo Rodrigues, suplente de Flavio, afirmou por meio de sua assessoria de imprensa que permanecerá no cargo

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O embate entre o governador do Rio de Janeiro e Jair Bolsonaro começou após Witzel criticar a atual gestão e ainda manifestar o desejo que concorrer à Presidência em 2022.

Todos os 12 deputados do PSL  que ainda pertencem à base do governo do Rio deverão entregar seus cargos, inclusive a deputada federal Major Fabiana, nomeada em agosto por Witzel para a Secretaria de Vitimização, pasta que dá assistência a policiais e vítimas de bala perdida. Vice-líder do governo Witzel na Alerj, Alexandre Knoploch (PSL) também deverá deixar a função.