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Partido continuará apoiando reformas econômicas, mas pretende ser incisivo em relação à pauta de costumes do governo de Jair Bolsonaro

Governador de São Paulo, João Doria arrow-options
Divulgação/Governo do Estado de São Paulo - 2.2.19
Corrida eleitoral e desconforto com Doria foram alguns dos motivos responsáveis pela posição do PSDB

Após a aprovação da reforma da Previdência, tucanos afirmam que o caminho natural do PSDB, no Congresso Nacional, é começar a adotar um discurso de oposição.

O partido continuará a apoiar reformas econômicas, uma de suas bandeiras, mas pretende ser incisivo em relação a outras pautas , como a de costumes do governo Jair Bolsonaro.

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Um dos motivos para a nova é postura é a antecipação do calendário eleitoral. Ao criticar o governador de São Paulo, João Doria , como possível adversário, Bolsonaro gerou uma reação. Mirando 2022, os tucanos querem aproveitar o momento para marcar posição.

Por enquanto, a disposição deve se restringir ao Congresso . Governadores do PSDB devem se manter “independentes” por temerem retaliação caso entrem em confronto com o Palácio do Planalto.