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Presidente nacional do PT usou as redes sociais para reclamar da transferência de Lula para o presídio de Tremembé, no interior de São Paulo

Gleisi e Lula arrow-options
Edilson Santos/Agência O Globo
Presidente nacional do PT, Gleisi Hoffmann, com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva

A presidente nacional do Partido dos Trabalhadores, Gleisi Hoffmann, apontou a Polícia Militar de São Paulo como um fator de "risco" para a "segurança e a vida" do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O petista teve a  transferência para a Penitenciária II de Tremembé, no interior paulista, autorizada nesta terça-feira (7).

Em mensagem publicada nas redes sociais, Gleisi Hoffmann levantou suspeitas quanto aos comandos do governador de São Paulo, João Doria (PSDB), às forças de segurança paulista. " A segurança e a vida do presidente Lula estarão em risco sob a polícia de Joāo Doria. Sua transferência para Tremembé 2, sem prerrogativas de ex-presidente, é mais uma violência da farsa judicial a que ele foi submetido", reclamou a petista.

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Mais cedo, logo após a decisão da juíza Carolina Lebbos em autorizar a transferência de LulaGleisi já havia se manifestado classificando o ato como um novo episódio de "inacreditável a saga de perseguição" ao ex-presidente. A petista também atribuiu o pedido de transferência, apresentado pela Polícia Federal, ao ministro da Justiça e Segurança, Pública, Sergio Moro.

" Lula deveria estar em liberdade, é inocente, merece um julgamento justo e teve, mesmo nesse processo viciado, sua pena reduzida, o q já lhe daria o semi aberto. É Moro de novo, através da PF, atuando politicamente contra Lula", disse.


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