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Declaração foi dada durante evento nesta terça-feira (7) em que o presidente assinou novo decreto para a posse e o porte de arma para colecionadores

Jair Bolsonaro
Marcos Corrêa/PR - 7.5.19
Jair Bolsonaro (PSL) acenou ao Congresso durante cerimônia no Planalto

O presidente Jair Bolsonaro (PSL), durante cerimônia em que ele assinou um novo regulamento para a posse e o porte de arma , nesta terça-feira (7), fez um aceno aos deputados e senadores presentes no Palácio do Planalto ao relembrar dos 28 anos em que ele trabalhou no Legislativo brasileiro.

"É com muita satisfação, com muito orgulho e muita honra que eu assinei esse decreto na presença de pessoas tão corajosas como vocês. Nós do Executivo e Legislativo juntos
mudaremos o futuro do Brasil. Eu acredito em vocês", afirmou Bolsonaro , arrancando aplausos dos presentes.

"Eu acredito em vocês porque eu acabei de sair de lá. Estou cheirando a deputado ainda. 28 anos lá dentro. Meu paletó ainda cheira a deputado. Eu costumo dizer que 'quem esquece
o passado está condenado a não ter futuro' e eu não vou esquecer meu passado de militar e muito menos de deputado federal", acrescentou.

Sobre o decreto

Jair Bolsonaro assina decreto
Marcos Corrêa/PR - 7.5.19
Presidente Jair Bolsonaro (PSL) assina decreto que muda regulamento para porte e posse de armas, enquanto senadores e deputados da base aliada comemoram

No decreto assinado pelo presidente, as regras para posse e porte de armas e munições pára colecionadores, caçadores e atiradores mudou. No novo regulamento fica livre que
praças das Forças Armadas com dez anos ou mais de experiência terão direito ao porte de arma.

Além disso, colecionadores, atiradores e caçadores poderão andar na rua com arma com munição. Eles passarão também a ter direito a mil cartuchos por ano. Antes, o limite era 50.

Atualmente, somente os atiradores podem levar uma arma com munição em um trajeto específico: do local de guarda, em geral a própria casa, ao local de treino ou competição.
"Fomos no limite da lei, não inventamos nada e nem passamos por cima da lei. O que a lei abriu possibilidade, fomos no limite", afirmou o presidente.

"O nosso decreto não é um projeto de segurança pública. É, no nosso entendimento, algo mais importante. É um direito individual daquele que, porventura, queira ter uma arma de
fogo, buscar a posse, que seja direito dele, respeitando alguns requisitos", complementou Bolsonaro .