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Em jantar com líderes mundiais e representantes das maiores empresas do mundo, Bolsonaro mostrou o novo Brasil, livre do socialismo e do comunismo

Bolsonaro jantou com CEo da Apple, da Microsoft, entre outros grandes líderes mundiais
Reprodução/Twitter
Bolsonaro jantou com CEo da Apple, da Microsoft, entre outros grandes líderes mundiais


Se depender da disposição de Jair Bolsonaro em atrair grandes investimentos ao Brasil, os problemas econômicos devem ser resolvidos em breve. Um exemplo foi dado no jantar comandado pelo presidente em Davos, na Suíça, cidade em que foi realizado o Fórum Econômico Mundial e que reuniu alguns dos principais chefes de Estado do mundo, além de representantes das maiores empresas multinacionais.

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Com a presença de pessoas do gabarito de Tim Cook (CEO da Apple), Satya Nadela (CEO da Microsoft), Klaus Schwab (presidente do Fórum Econômico Mundial), a Família Real da Bélgica, o presidente da Suíça, Ueli Mauer, a primeira-ministra da Nova Zelândia, Jacinda Ardern, entre outros, Jair Bolsonaro discursou exaltando o Brasil e apresentando um novo país, onde o povo rejeita o socialismo e o comunismo.

Cumprindo o seu papel de presidente do Brasil , Bolsonaro falou do quanto o país está aberto a novos investidores e que, longe de ideologias de esquerda, espera receber grandes empresas e transformar a nação seguindo exemplos dos grandes líderes.

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"Nesse jantar tem 23 trilhões de dólares. O Brasil precisa só de 10% disso e vamos trabalhar para que o desenvolvimento do Brasil seja cada vez maior", afirmou o presidente, que foi aplaudido pelos presentes.

O vídeo com todo o discurso do presidente do Brasil para grandes líderes do mundo pode ser assistido abaixo:




No mesmo discurso, o presidente ainda faz questão de mostrar como o otimismo dos brasileiros aumentou após as mostras do governo de que o viés ideológico do socialismo e do comunismo acabaram. Eleito para recuperar o País, Bolsonaro deixou uma boa impressão aos investidores.

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De forma inteligente, o presidente cumpriu o seu papel de  riar consenso e confiança nos investidores estrangeiros, deixando os detalhes econômicos e de combate à corrupção para os seus ministros Paulo Guedes e Sérgio Moro, verdadeiros especialistas nos assuntos.

Jair Bolsonaro já tinha entrado para a história sendo o o primeiro chefe de Estado da América Latina a discursar na abertura do Fórum Econômico Mundial , em Davos, na Suíça. A messagem do Capitão da reserva do Exército Brasileiro que obteve mais de 57 milhões de votos foi clara: " Não aceitamos ingerências político-partidárias que, no passado, apenas geraram ineficiência do Estado e corrupção".

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