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Presidente não quer que período de recuperação no hospital interfira em despachos e pediu para que esquema de trabalho seja montado no quarto

Cirurgia de Bolsonaro não deve impedir que presidente trabalhe do hospital
Alan Santos / PR
Cirurgia de Bolsonaro não deve impedir que presidente trabalhe do hospital


Jair Bolsonaro vai despachar do Hospital Albert Einstein, em São Paulo, após a cirurgia de retirada da bolsa de colostomia, marcada para o dia 28 de janeiro. Segundo o porta-voz da presidência, general Otávio Santana do Rêgo Barros, a Presidência da República montará uma estrutura no hospital onde será realizada a cirurgia de Bolsonaro. A primeira-dama, Michelle, acompanhará o marido durante todo o período de internação.

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O presidente chegará de Davos, onde participa do Fórum Econômico Mundial, nas primeiras horas de sexta-feira (25). No domingo realizará os exames pré-operatórios. A cirurgia de Bolsonaro será no dia seguinte.

Existe ainda a possibilidade de aviões da Força Aérea Brasileira (FAB) serem utilizados por ministros em viagens a São Paulo para despachar com o presidente no hospital. Ainda segundo o porta-voz, a expectativa inicial de permanência do presidente em São Paulo é de dez dias. O período poderá mudar, a depender da evolução da sua recuperação.

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Terceira cirurgia de Bolsonaro após atentado

Jair Bolsonaro vai passar pela terceira cirurgia depois de sofrer uma facada
REPRODUÇÃO/AGÊNCIA BRASIL
Jair Bolsonaro vai passar pela terceira cirurgia depois de sofrer uma facada


Bolsonaro usa uma bolsa de colostomia desde que foi esfaqueado  em um ato de campanha, em Juiz de Fora, dia 6 de setembro. A facada atingiu o intestino e o então candidato foi submetido a duas cirurgias, uma na Santa Casa de Juiz de Fora e outra no Hospital Albert Einstein, em São Paulo. 

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O presidente passou 22 dias internado e desde então está com a bolsa de colostomia, que funciona como um intestino externo e possibilita a recuperação do intestino grosso e delgado.

Os médicos esperam que com a cirurgia de Bolsonaro, o presidente esteja apto a comer, beber e andar normalmente em no máximo dez dias. Durante este período, ele deve permanecer deitado ou sentado, sem que os esforços prejudiquem a recuperação.

*Com informações da Agência Brasil

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