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Bolsonaro toma café da manhã junto a comandante da Aeronáutica; mais tarde, ele vai se encontrar também com os presidentes do STF e do STJ

Jair Bolsonaro cumprimenta Michel Temer, pela primeira vez no Congresso, depois de ser declarado presidente eleito
Reprodução/Twitter
Jair Bolsonaro cumprimenta Michel Temer, pela primeira vez no Congresso, depois de ser declarado presidente eleito

Depois de uma campanha muito centrada em seu apartamento, na Barra da Tijuca, enquanto se recuperava de um ataque a faca, o presidente eleito, Jair Bolsonaro, tem uma agenda intensa em Brasília. Nesta quarta-feira (7), segundo dia dele na capital do País depois que venceu nas urnas, Bolsonaro deve se reunir com o presidente em exercício, Michel Temer, a fim de dar início oficial ao governo de transição. 

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A reunião de Jair Bolsonaro e Michel Temer deve acontecer às 16h de hoje. Em várias ocasiões, o presidente eleito elogiou o antecessor por estar repassando informações e facilitando para a equipe que assumirá em 2019.

O presidente eleito começa o dia com um café da manhã ao lado do comandante da Aeronáutica, o brigadeiro Nivaldo Luiz Rossato. Ainda hoje, ele também tem agendados encontros com os presidentes do Supremo Tribunal Federal, Dias Toffoli, e do Superior Tribunal de Justiça (STJ), João Otávio de Noronha.

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Paralelamente a esses encontros, diversos ministros já confirmados no futuro governo Bolsonaro estão em Brasília para despachos e reuniões com membros do governo Temer .

As equipes dos dois presidentes trabalharão juntas para reunir dados e sanar dúvidas, no esforço de dirimir dificuldades para o governo eleito até o final de dezembro. Por parte de Bolsonaro, 28 pessoas, foram nomeadas e estão trabalhando.

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Ainda nesta quarta, Jair Bolsonaro pretende ir ao Centro Cultural do Banco do Brasil (CCBB), onde funcionará o governo de transição. O local, que está localizado a cerca de oito quilômetros da Esplanada dos Ministérios e a cerca de quatro do Palácio do Planalto, vai servir de gabinete de transição. Ele ocupa essa função desde a primeira eleição do então presidente Luiz Inácio Lula da Silva, no final do governo FHC.

* Com informações da Agência Brasil.

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