Os eleitores do Estado de São Paulo e também da capital paulista vão ficar "orfãos" de seus representantes à partir desta sexta-feira (6). Geraldo Alckmin e João Doria vão se afastar dos cargos que ocupam para disputar as eleições de 2018.

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Reprodução/Facebook
Doria deixa a prefeitura para disputar o governo de São Paulo e Alckmin vai buscar a presidência em 2018

Na próxima segunda-feira (9), os paulistas e paulistanos vão passar a ser governados pelos vices – Márcio França (PSB), na esfera estadual, e Bruno Covas (PSDB), na capital. Alckmin será o candidato do PSDB à Presidência da República, enquanto Doria vai disputar o governo de São Paulo .

Pré-candidato à Presidência da República, Geraldo Alckmin deixa o governo, após uma maratona de inaugurações de obras. De acordo com dados da Folha de São Paulo, nos últimos dois meses foram inauguradas dez estações de metrô. Além disso, o tucano também fez a abertura de um hospital dem Suzano e de uma faculdade técnica em Guarulhos.

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Já o prefeito João Doria deixa a prefeitura apenas um ano e três meses após vencer a eleição no primeiro turno, de forma inédita. O pré-candidato ao governo do estado deixa o cargo sem conseguir entregar várias das metas prometidas. Entre as principais estão: nenhuma das privatizações e concessões se efetivou até agora. 

Por outro lado, o tucano celebra o sucesso do programa Corujão da Saúde, a redução nas filas de vagas para creches e também o carnaval maior e com mais organização.

Você sabe quem são os vices de Alckmin e Doria? Como você, eleitor, se sente quando os candidatos que foram escolhidos pelas urnas deixam o cargo antes da hora? Em 2018, teremos que escolher novos representantes, vale uma reflexão.

Exoneração de ministros

O Diário Oficial da União desta sexta-feira (6) publicou a exoneração de ministros do governo do presidente Michel Temer que deixam o cargo para se candidatar nas eleições de outubro. A lei eleitoral prevê que os ministros que quiserem concorrer nas eleições têm até este sábado (7) para deixar os cargos, na chamada desincompatibilização.

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Foram exonerados o ministro do Turismo, Marx Beltrão; da Educação, Mendonça Filho; do Desenvolvimento Social, Osmar Terra; de Minas e Energia, Fernando Coelho Filho; do Esporte, Leonardo Picciani; e do Meio Ambiente, José Sarney Filho.

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