Enfermeira acusada de vender vacinas falsas está em liberdade provisória
Reprodução: iG Minas Gerais
Enfermeira acusada de vender vacinas falsas está em liberdade provisória

A Polícia Federal indiciou nesta segunda-feira (5), o filho e o genro da falsa enfermeira que vendia e aplicava doses falsas da vacina , que supostamente era contra o novo coronavírus (Sars-Cov-2) em Belo Horizonte.

Os familiares de Cláudia Mônica Pinheiro Torres de Freitas, cuidadora de idosos que se apresentava como enfermeira , irão responder por formação de quadrilha e falsificação de medicamentos.

Cláudia, identificada como a mulher que aparece nas filmagens sendo a responsável por vacinar de forma ilegalmente empresários do ramo do transporte na capital mineira ainda não foi indiciada pela PF.

A cuidadora de idosos foi beneficiada por decisão da desembargadora do TRF , que concedeu liberdade provisória para ela no último sábado (3).

Segundo a própria PF, os empresarios que agiram de forma ilegal, furando a prioridade do plano de vacinação, foram vítimas de um golpe , pois a suspeita é de que Claudia aplicava soro fisiológico ao invés do imunizante contra a Covid-19.


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