Padre Robson
Divulgação / Afipe
Investigações buscam respostas sobre doações milionárias no caso do Padre Robson

A equipe da Superintendência de Combate à Corrupção e ao Crime Organizado de Goiás está investigando um possível esquema de lavagem de dinheiro ligado ao  Padre Robson e a Associação dos Filhos do Pai Eterno (Afipe).

Movimentações suspeitas em valores superiores a R$ 2 bilhões nas contas da Afipe levantaram suspeitas.

Compras de avião, fazendas e casa de praia também foram identificadas pelos investigadores. Os bens teriam sido comprados com dinheiro de doação dos fiéis .

As transações financeiras estão sendo tratadas como desvio de fidelidade, para as autoridades. A cada dez doações suspeitas , oito tem irregularidades comprovadas, de acordo com o levantamento dos primeiros dados. As informações foram divulgadas pelo Fantástico neste domingo (25).

A diarista Marilda Olievira Magalhães Souza diz que teve o nome usado de maneira ilegal para forjar uma doação superior a R$ 3 milhões à Afipe . A fiel faz doações para a igreja, mas alega que o maior valor que conseguiu doar foi R$ 20.

O nome de Marilda consta ao lado de outras 3,8 milhões de pessoas no Banco de Dados de Doadores da Afipe .

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