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Decisão que tornou Rodrigo José de Matos réu também determinou que porte de arma do PM fosse cassado e ele saísse do policiamento ostensivo

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Arquivo pessoal
Ágatha morreu após ser atingida por um tiro de fuzil nas cotas

Acusado de ter disparado o tiro que vitimou a menina Ágatha Vitória Sales Félix, de 8 anos, no mês de setembro no Complexo do Alemão, o policial militar Rodrigo José de Matos Soares foi considerado como réu pela Justiça do Rio de Janeiro.

A decisão que tornou Rodrigo réu determina que o porte de arma do policial seja cassado e que ele continue a trabalhar afastado das ruas, sem praticar policiamento ostensivo, até a resolução do processo.

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O policial vai responder por homicídio qualificado. O tiro disparado por ele de um fuzil batel na base do porta-malas da kombi na qual a menina estava e um fragmento do projétil atingiu Ágatha, que estava junto à mãe e morreu pouco tempo depois.

A Polícia Militar do Rio de Janeiro ainda não se pronunciou sobre a decisão que torna Rodrigo José de Matos réu no processo. A pena do crime de homicídio qualificado varia entre 12 e 30 anos.