Adriana Villela de cabeça baixa e camisa azul
Reprodução/DFTV
Arquiteta foi acusada de matar os pais há 10 anos

A arquiteta Adriana Villela foi condenada a 67 anos e seis meses de prisão em regime fechado nesta quarta-feira (2) por triplo homicídio dos pais e da emprega da família, mortos em 2019, n que ficou conhecido como o " crime da 113 sul ". Com duração de 10 anos, o julgamento foi o maior da história do júri de Brasília . As discussões dos caso já duravam 10 dias e tinham mais de 10 horas de duração. 

As vítimas foram encontradas no apartamento já em estado de de decomposição, em 31 de agosto de 2009. A perícia apontou que os três foram assassinados no dia 28. José Guilherme
Vilela foi atacado com 38 facadas, a mulher dele recebeu 12 facadas e Francisca, 23. Em 2013, três homens foram condenados pela execução do crime: Leonardo Campos Alves, Paulo
Cardoso Santana e Francisco Mairlon Barros de Aguiar. Somadas, as penas no caso Villela chegam a 117 anos de prisão.

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Adriana sempre negou todas as acusações. Há inclusive uma campanha nas redes sociais feita por amigos da arquiteta que defendem que ela seja inocente. Nas publicações, eles
contam porque acreditam que ela enfrenta uma injustiça e pedem que o caso seja encerrado.

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O crime do qual a arquiteta doi acusada tem três qualificadoras. O primeiro deles é motivo torpe por desentendimentos financeiros com os pais. O segundo é o uso de recurso que dificultou a defesa das vítimas, já que as três foram surpreendidas em casa. Por fim, a terceira qualificadora foi que as três vítimas receberam a maioria das facadas quando já estavam caídos e não podiam se defender.

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