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Mike Hughes construiu um foguete na garagem de sua casa e se lançou a bordo no último sábado (24); não foi possível identificar formato da Terra

Lançamento do foguete aconteceu por volta das 15h em um terreno no meio do deserto de Mojave, na Califórnia, EUA
Reprodução/Youtube
Lançamento do foguete aconteceu por volta das 15h em um terreno no meio do deserto de Mojave, na Califórnia, EUA

O engenheiro aeronáutico amador e ex-motorista de limusine, Mike Hughes, construiu um foguete na garagem de sua casa e se lançou a bordo para provar a teoria de que a Terra é plana . De acordo com o Mirror , o americano de 61 anos cumpriu a missão no último sábado (24), após ter adiado a viagem, que ocorreria em novembro do ano passado .

O lançamento do foguete aconteceu por volta das 15h em um terreno no meio do deserto de Mojave, na Califórnia, alcançando uma altitude de 570 metros.  Apesar de várias perspectivas negativas, o experimento foi bem-sucedido. Depois da missão, o homem foi atendido por paramédicos devido a fortes dores nas costas causadas pelo impacto sofrido na hora do pouso.

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A missão e próximos passos

Durante a decolagem, a máquina acelerou aproximadamente 600 quilômetros por hora (km/h) em direção ao céu. Entretanto, ao atingir tamanha velocidade, passou a cair, acionando o sistema de paraquedas, que diminuiu a força, rompendo o ‘nariz’ do foguete.

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“Eu estou feliz por ter conseguido realizar parte da missão. Estava cansado de me falarem que eu iria desistir e que não conseguiria construir o foguete caseiro. A sensação de alívio é grande”, disse ao canal americano Sky News .

Mike Hughes, de 61 anos, acredita que a Terra é plana e junto de pessoas que defendem a mesma teoria, desenvolve missões
Reprodução/Facebook
Mike Hughes, de 61 anos, acredita que a Terra é plana e junto de pessoas que defendem a mesma teoria, desenvolve missões

Ainda sem conseguir provas sobre a teoria que defende, o ‘cientista autodidata’ contou com a ajuda de “terraplanistas”, que, assim como ele, acreditam que o planeta Terra seja como um disco. Com investimento de R$ 65 mil na construção da primeira máquina, Hughes expõe querer continuar o projeto, já que permanece com dúvidas sobre o formato do planeta.

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Ele explica que, devido aos problemas técnicos ao longo do percurso, não foi possível alcançar os 12 mil metros necessários para identificar se a Terra é redonda ou não.  “A ideia é continuar com o projeto, e dessa vez, contratar outros engenheiros para construir um foguete mais potente. Continuarei buscando descobrir se a Terra é plana ou não”, conclui Mike.