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Sete animais foram encontrados vivos e resgatados pela polícia, porém, outros três tubarões já estavam mortos quando o aquário foi descoberto

Além dos sete tubarões vivos, outros três foram encontrados mortos no porão de cidade no estado de  Nova York
Reprodução/Departamento de Conservação Ambiental do Estado de Nova York
Além dos sete tubarões vivos, outros três foram encontrados mortos no porão de cidade no estado de Nova York


A equipe de Oficiais de Conservação Ambiental do Estado de Nova York (ECO) realizou buscas em uma casa na cidade de Lagrangeville para encontrar uma situação da qual já suspeitavam. Sob investigações de manter animais selvagens de forma ilegal, a residência possuía sete tubarões vivos em seu porão, além de outros três grandes peixes mortos.   

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Vivendo em uma piscina de quatro metros e meio de diâmetro, os sete animais são da espécie “tubarão-corre-costa”, nativa dos oceanos Indo-pacífico e Atlântico, que corre o risco de entrar para a lista de animais ameaçados de extinção, segundo as autoridades de Nova York . Junto deles, também foram encontrados mortos dois “tubarões-leopardo” e um “tubarão-martelo”.

De acordo com nota divulgada pela polícia, todos foram avaliados por um veterinário e passaram por exames antes de serem transferidos, em uma ação conjunta entre a Marinha e a Sociedade de Conservação Ambiental, para o aquário de Long Island, em Riverhead. Eles devem permanecer no local até o fim das investigações.

O caso foi divulgado pelas autoridades na última quarta-feira (6), duas semanas após o ocorrido em localidade a cerca de 120 quilômetros da capital do estado.

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Detalhes sobre os tubarões

Por mais que tenham sido encontrados em boas condições, os animais precisam de acompanhamento para atingir os níveis esperados de saúde, como explicou Darlene Puntillo, porta-voz do aquário, ao portal “HuffPost”. “Eles são novos e medem de meio metro a um metro e meio; então, os tubarões provavelmente não têm mais do que três anos de idade”, complementou.

“Os animais estão bem sob os cuidados de nossa equipe. Estão comendo e se movimentam normalmente, enquanto são adestrados pelos funcionários [para serem monitorados de forma mais precisa]”, detalhou a porta-voz.

A polícia ainda não sabe os detalhes do cativeiro onde os animais viviam e o caso não foi enquadrado em nenhum crime, por enquanto. Porém, de acordo com os investigadores, acredita-se que eles seriam vendidos como animais domésticos, o que é ilegal .

Por mais que o caso pareça uma situação única, esta não foi a primeira vez que o aquário de Long Island recebeu animais em condições semelhantes. Há cerca de 15 anos, vários pinguins africanos foram recolhidos pela instituição após serem encontrados no aeroporto JFK, em Nova York. 

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