Emma Hulse estava começando seu turno quando recebeu uma mensagem de texto dizendo que havia sido demitida
Reprodução/Instagram/hulseemma
Emma Hulse estava começando seu turno quando recebeu uma mensagem de texto dizendo que havia sido demitida

Uma funcionária de uma rede de televisão local de Londres alega ter sido demitida de seu emprego por ser “bonita demais”. Emma Hulse, de 24 anos, afirma que a produtora UNIT TV, localizada no distrito de entretenimento, Soho, a mandou para casa no meio de um turno porque ela “deveria estar nas passarelas”.

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Emma contou ao site "Daily Mail" que havia começado seu turno de oito horas há apenas cinco minutos quando foi demitida . “Eu deveria sair às 18h e cheguei lá às 9h30. Então, outro funcionário me passou instruções. Estava fazendo o que tinham mandado quando recebi uma mensagem de texto do meu chefe, dizendo que meu serviço não era mais necessário”.

Sem entender o que estava acontecendo, ela teria procurado o gerente. “Eu falei com ele, que me perguntou: ‘você é modelo? Se você não está nas passarelas, por que não está à frente da emissora?’”. Em seguida, pediu o número do telefone de Emma, sugerindo que os dois saíssem para beber.

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“Eu estava usando batom, mas da minha perspectiva, não estava inapropriada. Vestia uma blusa e uma calça", se defende. A jovem conta que ficou decepcionada, mas não sabia como reagir. “Talvez a empresa só contrate pessoas de aparência mais modesta e se você não se encaixa neste padrão, te dispensam, talvez eu fosse uma distração”.

Como trabalha como freelancer, Emma tem contato com várias companhias e diz que nunca havia passado por uma situação parecida. “Eu trabalho para muitas empresas diferentes e ninguém me mandou embora por causa da minha aparência. Especialmente na área criativa, você deveria ter liberdade para se vestir como quiser”.

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O dono da empresa, Adam Luckwell, afirma que a funcionária foi demitida depois de um período experimental de três meses. “Nós percebemos uma série de coisas com as quais não estávamos contentes. Sentimos que ela não se encaixava em nosso empreendimento, e que algumas das coisas que fazia não estavam de acordo com a nossa política”.

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