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Reprodução/Al Jazeera
Falecido no último sábado (28) por causa de doença misteriosa, Bello deixou 203 filhos e algumas de suas esposas grávidas

Um pastor muçulmano praticante de poligamia serial morreu aos 93 anos no último sábado (28), deixando 130 esposas, algumas delas grávida, e mais de 200 filhos. Mohammed Bello Abubakar morreu após contrair uma doença desconhecida na Nigéria. De acordo com o assistente pessoal do líder religioso, ele teve uma premonição de sua morte pouco antes de falecer.

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Em 2008, Mohammed Bello Abubakar foi criticado por outros líderes mulçumanos praticantes de poligamia por causa do número de esposas que tinha. Na época, era casado com 86 mulheres e solicitaram que se divorciasse de 82 de suas esposas dentro de 48 horas. Entretanto, ele se negou a cumprir o pedido.

De acordo com Bello, continuar casando-se era sua missão divina, então, entre 2008 e 2017, se casou mais 44 vezes. Segundo o portal "Daily Mail", dentre seus matrimônios, apenas 10 não foram bem sucedidos e resultaram em divórcio.

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Na época da polêmica, o muçulmano afirmou que tinha a habilidade de controlar suas muitas mulheres, uma dádiva que teria sido dada por Deus. “Um homem com dez esposas entraria em colapso e morreria, mas o meu poder foi dado a mim por Allah. Por isso eu sou capaz de controlar todas as minhas 86 mulheres”, disse.

A maioria de suas esposas o conheceu após procurar o pastor em busca de cura. Uma delas afirma que não podia rejeitar o pedido de casamento porque era um comando de Deus. Apesar de sua família o considerar um bom marido e pai, Bello não recomendava que outros seguissem seus passos, uma vez que ele só conseguia lidar com a situação por causa de sua dádiva divina.

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Poligamia

A prática consiste em manter mais de um relacionamento simultaneamente. Quando um homem é casado com várias mulheres, usa-se o termo poliginia. Já no cenário contrário, com uma mulher e vários esposos, é usado poliandria.

Apesar de a poligamia ser ilegal na maior parte dos países, algumas legislações aceitam casos de exceção por motivos religiosos. A prática poligâmica é citada tanto no Velho Testamento da Bíblia, base para religiões cristãs, quanto no Alcorão, livro sagrado das religiões islâmicas.

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