Soldados russos em ação na Ucrânia
Reprodução / Twitter - 29.04.2022
Soldados russos em ação na Ucrânia

Nesta quarta-feira (1º), as forças russas intensificaram os ataques a uma cidade fabril em um esforço para tomar uma parte do leste da Ucrânia. Ao mesmo tempo, os  Estados Unidos anunciaram que vão enviar foguetes de tecnologia avançada a Kiev para ajudar a pressionar Moscou a negociar o fim do conflito.

De acordo com a Ucrânia, as forças russas estão atacando a infraestrutura nas regiões leste e sul, incluindo a cidade industrial de Sievierodonetsk, que se tornou o principal foco da ofensiva de Moscou nos últimos dias.

O presidente dos EUA, Joe Biden , disse que o país vai fornecer sistemas de foguetes de precisão e munições que podem atingir alvos russos a uma longa distância. Um novo pacote de armas de 700 milhões de dólares deve ser anunciado ainda hoje.

"Agimos rapidamente para enviar à Ucrânia uma quantidade significativa de armamento e munição para que ela possa lutar no campo de batalha e estar na posição mais forte possível na mesa de negociações", escreveu Biden em um artigo no jornal  New York Times .

Entre os novos suprimentos estão drones e mísseis antiaéreos, como M142 High Mobility Artillery Rocket System (HIMARS), que Kiev afirmou ser "crucial" para combater ataques de mísseis russos.

A Rússia, por outro lado, disse que o pacote de ajuda dos EUA é "extremamente negativo", segundo o vice-ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergei Ryabkov.

Ao serem questionadas se o envio de armamento poderia fazer com os EUA entrassem diretamente na guerra, autoridades norte-americanas disseram que a Ucrânia garantiu que os mísseis não serão usados para atacar o território russo, apenas como defesa.

"Esses sistemas serão usados ​​pelos ucranianos para repelir os avanços russos em território ucraniano, mas não serão usados ​​em alvos em território russo", informou uma autoridade dos EUA.

Após o anúncio dos EUA, o Ministério da Defesa russo afirmou que o país estava realizando exercícios na província de Ivanovo, a nordeste de Moscou, de acordo com a agência de notícias Interfax,  com cerca de 1.000 militares em manobras intensas.

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