Joe Biden e Vladimir Putin trocam declarações polêmicas desde antes da guerra
Reprodução/Montagem iG - 17/03/2022
Joe Biden e Vladimir Putin trocam declarações polêmicas desde antes da guerra

O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, negou neste domingo (27) que tenha defendido uma mudança de regime na Rússia.

Após voltar da Polônia, o mandatário americano foi a uma missa em Georgetown e, na saída, foi abordado por jornalistas. "Não", respondeu Biden laconicamente ao ser questionado se defendia uma troca de governo no Kremlin.

Um dia antes, em discurso no Castelo Real de Varsóvia, o democrata havia dito que o presidente russo, Vladimir Putin, não deveria "continuar no poder", declaração interpretada como um apoio a uma mudança de regime em Moscou.

A fala foi definida como "alarmante" pelo Kremlin e também provocou desmentidos por parte do governo dos Estados Unidos.

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"O presidente sublinhou simplesmente que Putin não pode ter o poder de fazer uma guerra ou uma agressão contra a Ucrânia ou qualquer outro país. Não temos uma estratégia para uma mudança de regime em Moscou", garantiu o secretário de Estado dos EUA, Antony Blinken, durante visita a Israel no domingo.

Além disso, o presidente da França, Emmanuel Macron, alertou para os riscos de uma "escalada verbal" com a Rússia - Biden também chamou Putin de "carniceiro" na Polônia -, enquanto a União Europeia afirmou que cabe aos russos decidir por quem serão governados.

Já o Ministério das Relações Exteriores da China disse nesta segunda-feira (28) que o "diálogo e a negociação" são o "único modo correto de resolver a questão ucraniana". "Aquilo que todas as partes devem fazer urgentemente é aliviar a situação, promover conversas e colocar fim à guerra, ao invés de intensificar os conflitos", salientou a pasta

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