Michael Ryan, chefe do programa de emergências da OMS
Christopher Black/OMS
Michael Ryan, chefe do programa de emergências da OMS

O diretor de operações da Organização Mundial de Saúde (OMS), Michael Ryan, afirmou em coletiva de imprensa nesta sexta, que vê “sinais de estabilização” do crescimento da curva de pessoas contaminadas no Brasil pelo coronavírus, mas pediu cautela, reforçando que a percepção não significa que o país esteja chegando ao fim da crise e nem que os números não possam voltar a subir.

Ryan elogiou os profissionais de saúde e o sistema de atendimento do país, que têm “aguentado” a demanda por pacientes, sem atingir uma superlotação.

Sobre a abertura da economia em tempos de contaminação, o diretor afirmou que há o desafio de garantir a renda de trabalhadores no período, mas que é preciso ficar atento a dados científicos na hora de governos tomarem as “escolhas difíceis” que precisam fazer.

O diretor geral da OMS, Tedros Ghebreyesus, lembrou de países como Espanha e Itália que, mesmo passando por períodos complicados de contaminação, conseguiram conter a epidemia.

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