Pandemia atrasou a chegada dos imigrantes, tradicionais operadores das colheitadeiras mecânicas nesta estação nos EUA . A opção dos fazendeiros norte-americanos foi contratar estudantes, motoristas de ônibus, petroleiros desempregados e outros cidadãos para operar as máquinas.
A medida que o tempo passa, ao sul do Texas e Oklahoma, fazendeiros e empresas tem mais dificuldades em encontrar trabalhadores. Qualquer atraso na colheita poderá elevar os preços em cadeia e gerar problemas para o terceiro produtor mundial de trigo.
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Uma questão decisiva para os agricultores neste momento delicado da pandemia e de configuração de uma crise econômica de proporções catastróficas. O governo Trump tenta via visto especiais para trabalhadores rurais contornar o problema de mão de obra neste importante segmento, embora crie restrições para trabalhadores tecnológicos, estudantes e outros grupos.
Situação semelhante ocorreu na Europa em abril, pelo mesmo motivo. Quando os alemães que sempre contaram com temporários imigrantes romenos, devido o processo de fechamento de fronteiras e isolamentos pontuais, enfrentara um problema de mão-de-obra para finalizar o processo.
Nações como Alemanha, Itália, França, Espanha e Reino Unido apelaram para os trabalhadores desempregados dos centros urbanos em verdadeiras campanhas publicitárias, aos estilo: “Colha para o Reino Unido”.