Segundo uma autópsia divulgada na última quarta-feira (03), George Floyd, ex-segurança que morreu após uma abordagem policial, teve Covid-19. Um primeiro teste positivo para a doença provocada pelo novo coronavírus (Sars-coV-2) já tinha acontecido semanas antes da sua morte, que provocou uma onda de protestos nos Estados Unidos.

Leia também: SP tem 272 mortes por Covid-19 em um dia e total de óbitos passa de 6 mil

George Floyd
Reprodução Facebook
George Floyd

De acordo com a NBC News , o documento de 20 páginas do Departamento de Medicina Legal diz que um teste de George Floyd , realizado em 3 de abril, foi positivo para o código genético do da Covid-19 (o RNA).

Leia também: Pandemia de Covid-19 está desacelerando em São Paulo, diz secretário

Não ficou claro imediatamente se Floyd desenvolveu sintomas da doença no início do ano ou se foi portador assintomático. O RNA pode permanecer no corpo por semanas após o desaparecimento da doença. 

Na última segunda-feira (1º), dois novos laudos de autópsias declararam que a morte de George Floyd foi homicídio causado por asfixia. Uma delas foi divulgada pela família do ex-segurança, que contratou um legista independente.

Segundo advogados, o exame apontou que a compressão do joelho do policial Derek Chauvin sobre o pescoço cortou o fluxo de sangue para o cérebro do ex-segurança. Além disso, o peso sobre as costas da vítima dificultou sua respiração. O policial se ajoelhou no pescoço de Floyd por quase oito minutos, enquanto ele se queixava de que não conseguia respirar.

Leia também: “Já peguei 20 vezes este vírus”, declara Bolsonaro sobre Covid-19

George Floyd foi detido após o funcionário de uma mercearia em Minneapolis, nos Estados Unidos, chamar a polícia e acusá-lo de tentar pagar as compras com uma nota falsa de US$ 20.

    Veja Também

    Mais Recentes

      Comentários