A Coreia do Sul reintroduziu medidas de distanciamento social na região metropolitana de Seul, que abriga metade da população do país, após a descoberta de um novo foco de contágio pelo novo coronavírus  (Sars-CoV-2).

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Objetivo da medida é evitar a saturação do sistema de saúde
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Objetivo da medida é evitar a saturação do sistema de saúde

A partir desta sexta-feira (29), museus, parques e galerias de arte ficarão fechados por duas semanas, e as empresas foram exortadas a retomar o trabalho flexível. O governo também pediu para os cidadãos evitarem contatos sociais e locais propícios a aglomerações, como restaurantes e bares.

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Tida como modelo de combate à pandemia com uma estratégia agressiva de testagem, a Coreia do Sul havia relaxado as medidas de isolamento no início de maio, mas a descoberta de um novo foco de contágios fez as autoridades recuarem. Na última quarta-feira (27), o país registrou 79 novos casos, de acordo com a Universidade John Hopkins, maior número em 52 dias.

"As próximas duas semanas serão cruciais para prevenir a disseminação da infecção na área metropolitana [de Seul]", disse o ministro da Saúde da Coreia do Sul, Park Neung-hoo.

O país foi um dos primeiros a registrar casos de coronavírus fora da China, mas conseguiu controlar a pandemia com uma estratégia sem lockdown compulsório, porém com rígidas medidas de distanciamento social. Para especialistas, a chave do sucesso é uma campanha extensiva de testagem para identificar e isolar focos de contágio rapidamente.

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A Coreia do Sul registra atualmente 11.344 casos e 269 óbitos na pandemia de Covid-19 . Com informações da agência Ansa .

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