meme do caixão
Reprodução
Vídeo viralizou em meio a pandemia do novo coronavírs

A funerária de Benjamin Aidoo, de 31 anos, que fica em Gana, na África, viralizou na internet em meio à pandemia do novo coronavírus (Sars-Cov-2). Um vídeo feito em 2017 que mostra uma forma animada de enterrar mortos, conhecido como “meme do caixão”, ganhou diversas montagens durante a crise sanitária mundial.

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“Estou achando ótimo, as pessoas estão usando minhas imagens para se divertir enquanto estão entediadas em suas casas”, afirmou Aidoo sobre o “ meme do caixão ” à Folha de S. Paulo

O vídeo ganhou desde versões cômicas, às que pediam para que as pessoas “fique em casa ou dance com a gente” e a té o presidente Jair Bolsonaro (sem partido), que defende o fim do isolamento social, não fugiu de ganhar uma adaptação sua do meme .


Aidoo, que trabalha desde 2004 no ramo, explica que a ideia de realizar eventos fúnebres mais animadas é para evitar lágrimas e mostrar gratidão pelo que o morto fez por seus amigos e familiares quando estava vivo. 

“No começo, nós apenas carregávamos o caixão nos ombros, da igreja ou da casa da pessoa para o cemitério. Mas chegou um ponto em que pensei: quero acrescentar algo a isso, algo que faça as pessoas se animarem, rirem, em vez de chorarem”, disse.

“Imagine que você é meu pai. Por causa de você, me transformei num advogado, ou numa pessoa importante da sociedade. Se você se vai, tenho que festejá-lo , pelo que você fez por mim”, afirma.

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Veja o vídeo original da funerária que viralizou:


Assista a algumas montagens do “ meme do caixão ”:








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