Zalmay Khalilzad, diplomata americano, assinou acordo junto com Abdul Ghani Barada, líder político do Talibã
Reprodução/CNN
Zalmay Khalilzad, diplomata americano, assinou acordo junto com Abdul Ghani Baradar, líder político do Talibã


Os Estados Unidos já começaram a retirar algumas das suas tropas do Afeganistão, conforme o determinado pelo acordo de paz histórico, assinado no dia 29 de fevereiro, entre  o Governo dos EUA e o grupo islâmico Talibã. O compromisso é de reduzir o contingente de homens de 14 mil para 8.600 até julho.

Se o Talibã cumprir sua parte do acordo, o combinado é que todos os soldados norte-americanos deixem o território afegão dentro de 14 meses. A tensão diminuiu e o grupo se comprometeu com metas de redução da violência, mas o presidente Ashraf Ghani já avisou que alguns pontos do pacto precisarão de “consideração”.

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Além disso, condições feitas ao Talibã não foram divulgadas ao público. Segundo  o secretário da defesa dos Estados Unidos, Mark Esper, algumas dessas informações estão detalhadas em documentos confidenciais desenvolvidos pelo Departamento de Estado. A falta de transparência foi motivo de críticas.

O acordo também prevê negociações entre o governo afegão e o Talibã, em uma reunião que deve acontecer ainda neste mês. Na terça-feira (10), Ashraf Ghani anunciará quem estará na mesa de negociações do lado afegão, e a lista incluirá várias mulheres, de acordo com a CNN. Ele também anunciará os termos de libertação de prisioneiros do Talibã.

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