A capital do Chile, Santiago, registrou mais um dia de protestos
Reprodução/Twitter Mauro Cruz
A capital do Chile, Santiago, registrou mais um dia de protestos

Em mais um capítulo da atual crise deflagrada no Chile, novos protestos violentos foram registrados em Santiago após o presidente Sebastián Piñera anunciar a reestruturação de seu gabinete. Em Santiago, as estações de metrô foram fechadas e alguns locais foram incendiados.

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Manifestantes também chegaram a saquear estabelecimentos, como uma loja McDonald's, enquanto um incêndio de grandes proporções atingiu um centro comercial localizado perto do Palácio La Moneda, sede do governo.

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Segundo a imprensa local, foram registrados confrontos entre a polícia e os militantes em Valparaíso, Antofagasta, Concepción e Temuco. Pelo menos 25 pessoas teriam ficado feridas no ato.

A mobilização iniciada na noite desta segunda-feira (28) foi organizada para pressionar o governo, além de rejeitar a troca dos oito ministros da administração de Piñera e demonstrar o descontentamento social.

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Os protestos foram desencadeados pelo aumento das tarifas de metrô de Santiago, medida que já foi revogada. Ao todo, ao menos 20 pessoas morreram desde o dia 18 de outubro. Uma equipe da Organização das Nações Unidas (ONU) foi enviada para analisar denúncias de violação de direitos humanos durante as manifestações.

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