Tamanho do texto

Segundo informações, Joshua Henderson, de 33 anos, prendeu filho da dona do local em um dos quartos antes de estupra-la e roubar seus pertences

Assaltante arrow-options
Reprodução
Homem fingiu ser funcionário de empresa de construção para invadir casa e estuprar mulher em Nova York

Um homem foi preso pela polícia de Nova York, nos Estados Unidos, no último final de semana após estuprar uma mulher no bairro do Queens. O caso ganhou repercussão na mídia norte-americana após a vítima revelar que recebeu três 'opções' do assaltante: estupro, incesto ou morte.

Leia também: Preso por estupro deixa prisão em regime semiaberto e estupra menina de 15 anos

Segundo informações da ABC 7, o caso começou quando Joshua Henderson, de 33 anos, se passou por um funcionário de uma empresa de construção para invadir a casa da mulher, localizada em Howard Beach. Uma vez dentro do imóvel, ele disse que ela deveria escolher entre as alternativas: poderia sofrer um estupro , ter uma relação sexual com o próprio filho ou ser morta.

Antes de realizar o brutal ataque, ele prendeu a mulher e o filho dela e roubou joias, dinheiro e outros pertences de valor que estavam na casa. Após a 'limpeza', ele deu as opções para ela: "Eu posso te sufocar com esse travesseiro, posso fazer sexo com você ou te forçar a fazer sexo com o seu filho".

Ainda de acordo com as autoridades, Henderson estava em liberdade condicional após passar 12 anos preso. Desde que foi liberado da cadeia, chegou a ser preso em outras duas oportunidades antes deste último episódio.

"Esse caso mostra que nós temos um grave problema em nosso sistema judiciário. Como um homem que está em liberdade condicional não é preso novamente quando comete um assalto cerca de um ou dois meses depois em que foi posto em liberdade?", apontou Dermot Shea, chefe do departamento de investigações da polícia de Nova York.

Agora, se condenado pelos crimes de invasão e estupro , Henderson pode pegar até 25 anos de cadeia.

Leia também: Denúncia de extorsão e carta de filho preso: as novidades do caso Flordelis