Tamanho do texto

Caso aconteceu nesta terça-feira na cidade de Sydney, na Austrália; após esfaquear mulher, homem tentou fugir e acabou perseguido por grupo

ataque Sydney arrow-options
Reprodução/Twitter
População conseguiu prender atacante após perseguição pelas ruas de Sydney

Um ataque com faca, na manhã desta terça-feira (13), acabou com a prisão do agressor e uma mulher esfaqueada na cidade de Sydney, na Austrália. Porém, o que mais chamou atenção no caso foi a forma como o atacante acabou sendo detido: por um grupo de pedestres armados apenas com cadeiras e caixotes de plástico.

Leia também: Greve geral pela educação leva professores e apoiadores às ruas nesta terça

Imagens divulgadas pela rede australiana 7News nas redes sociais mostram o desenrolar de toda a ação pelas ruas de Sydney , desde o momento em que o homem, identificado pela polícia local como Mert Ney, de 21 anos, sobe em um carro para fugir de seus perseguidores até o momento em que é subjulgado e derrubado no chão, onde fica até a chegada dos policiais.

Segundo informações da imprensa local, Ney esfaqueou uma moça na porta de um hotel e planejava atingir outras pessoas antes da perseguição ter início. A vítima foi encaminhada para um hospital e não corre risco de vida. Entretanto, um segundo corpo foi encontrado na região, e os policiais ainda investigam para determinar se ele está envolvido no incidente.

"Os pedestres foram muito corajosos. Se aproximar de uma pessoa armada e que não está em seu juízo perfeito, como eles fizeram, pode ser muito perigoso. Esses homens foram verdadeiros herois e evitaram uma tragédia ainda maior", disse o superintendente da Polícia de Nova Gales do Sul, Gavin Wood.

Leia também: Greenwald ataca Joice e lembra que deputada foi expulsa do jornalismo por plágio

Até o momento, os agentes não consideram o ataque como um ato terrorista , apesar de terem encontrado informações sobre o atacante que o ligam a ideologias terroristas. Ainda de acordo com a corporação, Ney não pertence a nenhum grupo ou organização, mas confirmação de que não há relação com terrorismo virá com a continuidade das investigações.