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Segundo informações da imprensa japonesa, homem teria atingido cerca de 17 pessoas que esperavam ônibus em ponto da cidade de Kawasaki

Japão
Reprodução/Twitter
Até o momento, não se sabe ao certo o número exato de vítimas do ataque desta terça-feira

Na manhã desta terça-feira (28), ainda noite de segunda no Brasil, um homem esfaqueou pelo menos 17 pessoas, entre crianças e adultos, em um ponto de ônibus na cidade de Kawasaki, ao sul da capital do Japão, Tóquio. Elas esperavam o ônibus escolar no local, que estava cheio devido ao horário de pico.

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Segundo informações do canal NHK, um dos principais do Japão , um homem, de idade entre 40 e 50 anos, foi preso suspeito de ter relação com o incidente. A polícia recuperou duas facas em sua propriedade. Antes de ser detido, ele se apunhalou no ombro e na região do pescoço e foi levado ao hospital em estado grave, onde não acabou resistindo aos ferimentos e faleceu.

Até o momento, o número exato de vítimas do ataque ainda não está claro. Alguns veículos de imprensa internacional apontam um total de 17 pessoas feridas, enquanto a imprensa japonesa fala em 15. Entre elas, estaria também uma mulher, não identificada.

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Ainda de acordo com a NHK, os dois mortos seriam uma menina de 11 anos e o pai de outra das crianças que estavam no local. A polícia isolou o local do ataque e fechou o tráfego. Ambulâncias e caminhões dos bombeiros também foram enviados à região.

"Entre os feridos há uma mulher de cerca de 40 anos e três crianças, com uns seis anos de idade, que sofreram ferimentos graves, especialmente na cabeça e no pescoço", revelou Takehito Otsubo, vice-diretor do hospital onde são atendidas. Todas "serão submetidas a cirurgia e transferidas para uma unidade de tratamento intensivo", completou.

Em comunicado, o primeiro-ministro do Japão , Shinzo Abe, lamentou o ataque: “Precisamos manter nossas crianças seguras a todo custo. Eu instruí os ministros para tomarem medidas imediatas para garantir a segurança das crianças no momento de ir e sair da escola".

O ataque aconteceu no último dia da visita oficial do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que expressou solidariedade. "Os americanos estão com o povo do Japão", disse.

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