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Ataque terrorista deixou 49 mortos e outros 48 feridos; rainha Elizabeth II e o papa também expressam "dor" pelo ocorrido em mesquitas nesta noite

Trump, que era admirado pelo atirador da Nova Zelândia, lamentou, assim como a rainha Elizabeth II e o papa Francisco
iG Arte
Trump, que era admirado pelo atirador da Nova Zelândia, lamentou, assim como a rainha Elizabeth II e o papa Francisco

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, criticou o massacre ocorrido em duas mesquitas na Nova Zelândia, nesta sexta-feira (15), que deixou pelo menos 49 pessoas mortas e outras 48 feridas na cidade de Christchurch. Além dele, o papa Francisco e rainha Elizabeth II também lamentaram o ocorrido e expressaram "dor" pela tragédia.

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Donald Trump foi apontado como um homem admirado por um dos atiradores, segundo as investigações. O jovem australiano de 28 anos, identificado como Brenton Tarrant, se definiu como "fascista" e elogiou o presidente norte-americano e a China, em um manifesto intitulado "A Grande Substituição". Tarrant foi o atirador que transmitiu ao vivo, via Facebook, o atentado cometido na Nova Zelândia

Além de Tarrant, outras três pessoas estão envolvidas no ataque a tiros. De acordo com as primeiras investigações, Tarrant deixou um manifesto sobre o ataque, no qual diz que a China é um modelo de país, "uma nação com valores políticos e sociais mais próximos aos meus". Também no documento de 74 páginas postado na web, ele demonstrou admiração por Trump , citando- o como "símbolo de uma identidade branca renovada". 

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Em suas declarações, Trump não comentou o fato de ser alvo de admiração. Limitou-se, apenas, a condenar o ataque que chamou de "massacre sem sentido". 

"Minha mais calorosa simpatia e meus melhores desejos ao povo da Nova Zelândia, após o horrível massacre nas mesquitas. 49 pessoas inocentes morreram nesse ataque tão sem sentido, enquanto tantos outros ficaram feridos. Os EUA apoia a Nova Zelândia para qualquer coisa que pudermos fazer. Deus abençoe a todos!", escreveu. 

Além de Trump, o papa Francisco , líder da Igreja Católica, também condenou o ataque. Em um telegrama enviado pelo secretário de Estado do Vaticano, Pietro Parolin, o pontífice afirmou estar "profundamente entristecido ao saber dos feridos e da perda de vidas causadas pelos atos sem sentido de violência".

O líder da Igreja Católica ainda expressou sua solidariedade "sincera" a todos os neozelandeses e, em particular, a comunidade muçulmana. "Consciente dos esforços de segurança e de emergência nesta situação difícil, Francisco reza pela cura dos feridos, o consolo daqueles que sofrem pela perde de seus queridos e para todos os afetados por esta tragédia", diz a mensagem.

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Por sua vez, a rainha Elizabeth II demonstrou sua "dor" e disse estar "profundamente triste com os eventos assustadores de hoje em Christchurch". "O príncipe Philip e eu enviamos nossas condolências às famílias e amigos daqueles que perderam suas vidas. Meus pensamentos e orações estão com todos", acrescenta a rainha em mensagem ao governo da Nova Zelândia .

* Com informações da Agência Ansa.

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