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Reprodução/CNN
‘Marcha pelas nossas vidas’ está marcada para acontecer em cidades como Washington, Nova York, Londres e Tóquio

Centenas de milhares de pessoas são esperadas para comparecer em Washington DC , neste sábado (24), em um comício histórico pelo controle de armas nos Estados Unidos, em um movimento por reformas nas leis de armamento no país atinge níveis calorosos após o tiroteio na escola Parkland, no mês passado, que matou 17 estudantes e professores. Os atos de hoje foram chamados "Marcha pelas nossas vidas".

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A "Marcha pelas nossas vidas" é liderado por jovens que sobreviveram ao tiroteio de Parkland e deve acontecer em mais de 800 locais no mundo todo – incluindo Londres, Sydney, Tóquio, Mumbai – além de outras centenas de cidades dos Estados Unidos.

Uma das cidades norte-americanas em que haverá manifestação hoje é Jonesboro, no estado do Arkansas, onde 20 anos atrás dois meninos, de 11 e 13 anos, emboscaram colegas e professores em um pátio da escola Westside Middle School, ao disparar um alarme de incêndio, matando cinco pessoas.

Marcados para começar ao meio-dia em Washington, os manifestantes já começaram a se posicionar na Avenida Pensilvânia, próximo ao Capitólio.  

Revolta e ativismo

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Reprodução/Twitter
Donald Trump e a primeira-dama, Melania, estiveram na noite desta sexta-feira em um hospital na Flórida

O tiroteio do dia 14 de fevereiro, então o oitavo do ano, motivou os sobreviventes – que se tornaram ativistas – a pressionar os legisladores a lidar com a violência armada nas escolas americanas, adotando uma abrangente legislação sobre controle de armas, proibindo armas e havendo inspeções de alta capacidade. Uma das cidades norte-americanas em que haverá manifestação hoje é Jonesboro, no estado do Arkansas, onde 20 anos atrás dois meninos, de 11 e 13 anos, emboscaram colegas e professores em um pátio da escola Westside Middle School, ao disparar um alarme de incêndio, matando cinco pessoas.

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Com os atos realizados hoje, o debate sobre o controle de armas nos Estados Unidos ganhará um novo rumo, segundo aponta o jornal britânico “The Guardian”. Todos os palestrantes do evento serão adolescentes, conforme informou uma porta-voz da manifestação, já que busca ilustrar a frustração dos jovens ativistas sobre o tema do controle de armas. Os sobreviventes ao tiroteio dizem que a morte de seus colegas e professores “os obrigou a enfrentar uma crise que os adultos falharam por décadas”.

Trump “foge” da multidão

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump , parece ter fugido da grande marcha neste sábado, deixando a Casa Branca e voando em direção ao seu resort na Flórida, o Mar-a-Lago. O republicano recebeu mais de US$ 30 milhões em sua campanha presidencial do lobby de armas. No final de fevereiro, ele surpreendeu congressistas aliados ao pedir “maior controle” no armamento do país, mas até agora nada foi feito para tanto.

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