Durante uma briga pelo uso do controle do videogame, o menino pegou uma arma de fogo e atirou na irmã, de 13 anos
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Durante uma briga pelo uso do controle do videogame, o menino pegou uma arma de fogo e atirou na irmã, de 13 anos


Um menino de nove anos de idade, morador da cidade de Tupelo, no estado americano do Mississippi, matou sua irmã de 13 anos com um tiro na cabeça. De acordo com o portal britânico Metro , o tiro teria sido disparado durante uma discussão entre as duas crianças, iniciada porque “a menina não queira entregar o controle do videogame ao irmão mais novo”.

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O caso aconteceu no último sábado (17), quando a vítima, Dijonae White, estava em casa com a mãe, Chalandra White, e os irmãos. Dijonae e um dos irmãos começaram a brigar por causa do videogame quando o menino pegou uma arma de fogo e atirou na parte de trás da cabeça da adolescente. Chalandra, que estava na sala ao lado com outros filhos, escutou a situação e levou a filha baleada a um hospital em Memphis, mas ela não sobreviveu.

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O Departamento de Polícia do Condado de Monroe assumiu as investigações e, de acordo com a emissora WTVA , explicou que ainda não sabe como o garoto teve acesso à arma de fogo. As consequências que o menino pode sofrer por causa do crime ainda são incertas, já que, de acordo com o xerife Cantrell, “ele só tem nove anos. Eu assumo que ele viu isso em videogames ou na televisão. Eu não sei exatamente se ele sabia o que o ato poderia fazer. Não posso responder isso. Mas o que eu sei é que isso é uma tragédia”.

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Apoio de parentes e amigos

Chalandra postou homenagens à filha em seu Facebook e recebeu apoio de sua família e amigos. “Rezando por você, Chalandra White!!! Realmente sentiremos muito a falta de Dee!!! Te amo!!!”, escreveu Brittany Edwards. “Eu posso me lembrar dela se mexendo na sua barriga. Rezando por você e pela família. Aguente firme. Mantenha sua força”, comentou Dyesha D. Getties.

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Não foi informado qual a situação do menino que matou a irmã por causa de um controle do videogame, e as consequências para o crime ainda serão decididas pela Justiça local.

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