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Garoto responsável pelo ataque se entregou e foi preso por "causar danos corporais intencionais em terceiros"; caso aconteceu em província chinesa

A chinesa de 15 anos foi esfaqueada, na escola, pelo colega e não resistiu
Reprodução/Daily Mail
A chinesa de 15 anos foi esfaqueada, na escola, pelo colega e não resistiu

Uma adolescente de 15 anos morreu depois de ser esfaqueada por um colega de classe na última terça-feira (9), em uma escola da província de Fujian, na China. Segundo o Daily Mail , Xiao Yi se recusou a ajudar o garoto com uma tarefa e, por isso, foi atacada no pescoço com uma faca.

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O agressor foi identificado pelo sobrenome Yan e, de acordo informações da polícia local, ficou inconformado quando a estudante – a melhor aluna da sala – não quis lhe ajudar com uma tarefa. Ele usou o intervalo de aulas da escola para comprar uma faca, e atacou Xiao Yi logo depois.

A adolescente foi imediatamente levada para o hospital mais próximo, mas não resistiu aos graves ferimentos na região do pescoço. Yan se entregou e foi preso pelas autoridades sob a acusação de ter causado danos corporais intencionais em terceiros.

“Me contaram que Yan pediu para a minha filha fazer a tarefa dele, mas ela recusou. Xiao Yi disse para ele que ainda não tinha terminado sua própria lição”, contou a senhora Li, mãe da vítima, ao Haixia Metropolitan .

O departamento de educação local está organizando reuniões com o colégio onde o ataque aconteceu para discutir o assunto. Ambos estão procurando uma solução para evitar que incidentes semelhantes a esse aconteçam no futuro.

Chinesa mata filha "desobediente"

Em outro caso envolvendo menores de idade que também chocou a internet,  uma mulher confessou ter espancado a filha até a morte em Ohio, nos Estados Unidos. Em um dos seus depoimentos, a chinesa Ming Ming Chen, de 30 anos, disse que deu socos em Ashley Zhao, de 5 anos, até causar uma lesão cerebral na criança.

A agressão ocorreu por ela ter voltado ‘extremamente desobediente’ de uma viagem à casa dos avós, na China . O caso ocorreu em janeiro do ano passado, porém só foi divulgado com a decisão da justiça na semana passada.

Na última semana de 2017, Ming Ming se declarou culpada das acusações, que incluem homicídio involuntário e exposição de menores a riscos. Ela foi condenada a 22 anos de prisão. Em meio às investigações, a polícia também a identificou como uma imigrante ilegal, e o país deve deportá-la em breve.

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O marido de Chen também assumiu a culpa sobre a morte da filha. Ele relatou ter obstruído a justiça e ter abusado do cadáver. De acordo com os relatórios sobre o caso e com informações do jornal  Mirror,  Zhao concordou em testemunhar contra a esposa, no tribunal.

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