Tamanho do texto

Troca de acusações entre os dois líderes mundiais recomeçou tão logo quanto chegou 2018; magnata garantiu também que 'seu botão funciona'

Donald Trump afirmou que também tem um botão nuclear em sua mesa 'maior e mais poderoso' que o de Kim Jong-un
Reprodução/CNN
Donald Trump afirmou que também tem um botão nuclear em sua mesa 'maior e mais poderoso' que o de Kim Jong-un

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, respondeu  às ameaças de um ataque nuclear do líder norte-coreano Kim Jong-un e afirmou que também tem um botão nuclear em sua mesa. Só que o seu seria "maior e mais poderoso" que o do líder oriental.

"O líder norte-coreano declarou que o 'botão nuclear está sempre em sua mesa'. Alguém desse regime falido e que tem fome pode informá-lo que eu também tenho um botão nuclear, mas muito maior e mais poderoso que o dele... e o meu funciona", escreveu Donald Trump em sua conta no Twitter.

A afirmação veio logo após um pronunciamento de Kim Jong-un , no fim da noite do dia 31 de dezembro, em que ele afirmava que estava pronto para fazer um ataque nuclear em qualquer área dos Estados Unidos.

"A inteira área dos Estados Unidos continentais estão sob nosso raio de ação nuclear. Que os EUA não iniciem nunca uma guerra contra mim ou o meu país", ameaçou. No entanto, apesar das ameaças a Washington, o líder da Coreia do Norte adotou um tom mais conciliador com os vizinhos do Sul.

"As Olimpíadas de Inverno, que ocorrerão em breve na Coreia do Sul, serão uma boa oportunidade para mostrar o estado da nação coreana e desejamos, sinceramente, que o evento se desenvolva com resultados positivos", disse sobre os Jogos de Pyeongchang, que ocorrem entre os dias 9 e 25 de fevereiro.

Testes e sanções

No fim do ano passado, o Conselho de Segurança das Nações Unidas (ONU) aprovou, por unanimidade, novas sanções contra o país norte-coreano por conta de seu programa nuclear e balístico . As medidas incluem um limite às importações de petróleo refinado pelo país asiático e obrigam todos os norte-coreanos que trabalham em expedições marítimas a voltar para casa dentro de 12 meses.

O texto não prevê ações mais duras que eram buscadas pelos Estados Unidos , como a proibição total à importação de petróleo e o congelamento de todos os ativos internacionais do governo e de seu líder, Kim Jong-un .

As sanções são uma resposta ao lançamento de um míssil intercontinental realizado no fim de novembro de 2017. “Quanto mais ela nos desafiar, mais nós a puniremos", declarou a embaixadora norte-americana na ONU, Nikki Haley, em nome de Donald Trump.

Leia também: Kim Jong-un "controla a natureza", afirma agência norte-coreana

* Com informações da Agência Ansa.

    Leia tudo sobre: donald trump
    Faça seus comentários sobre esta matéria mais abaixo.